Sempre ouvi comentários como: “Estas sempre a viajar e a conhecer o mundo” , mas a realidade não podia estar mais longe disso! Na maioria das cidades, os aeroportos estão localizados afastados da zona habitacional, por essa razão e por uma questão de conforto, muitas companhias aéreas optam por escolher hotéis mais próximos do aeroporto e assim, distantes da cidade.
Esse é o caso nas minhas estadias em Milão. O hotel fica localizado numa pequena vila chamada Somma Lombardi. Para chegar ao centro da cidade, é necessário uma viagem de comboio superior a uma hora. Apesar das minhas inúmeras estadias lá, esta foi a primeira vez que me aventurei ao centro da cidade.
Contudo, existem aspectos positivos, uma vez que aquela região encontra-se relativamente próxima ao Lago Maggiore, o que muitas vezes acaba por ser a opção de passeio mais viável.
Milão
Os transportes públicos funcionam muito bem, e entre a vasta opção, o metro e o tram são os favoritos. Na minha opinião, compensa comprar o Day Ticket, ou seja um passe diário que permite circular livremente sem limitações durante aquele dia, e custa apenas 4,50 euros.
Tal como qualquer turista de primeira viagem, dei inicio ao meu passeio com destino à Piazza del Duomo. Esta catedral de estilo gótico, é praticamente a imagem de marca da cidade. Ali, as multidões de turistas circulam entre o Duomo e a Galleria Vittorio Emanuele, berço das marcas de luxo Italianas, e localizada mesmo ao lado da catedral.


Ali, ao lado das Galerias encontra-se o paraíso dos gelados, a minha maior perdição: Cioccolatitaliani. Só de olhar a fotografia, vem-me à memoria o sabor do gelado e a surpresa de chocolate derretido no final do cone.

Restaurantes
O passeio foi curto e não tive oportunidade de fotografar nenhuma experiência gastronomia. Mas vou partilhar uma lista de sugestões de restaurantes para que possam ter uma experiencia mais completa que a minha.
- Luini Panzerotti- prato local de “Street food“, vale a pena experimentar, são baratinhos (2,5/3 €), e existem varias opções de recheio;
- Cacio & Pepe– que tal uma massa tipicamente Romana em Milão?!
- Marghe– Restaurante de pizza marguerita, sugerido por uma amiga que viveu em Milão por uma temporada.
LùBar: O restaurante trendy do momento, ideal para Brunch.
Arco della Pace – Porta Sempione
Monumento dedicado à celebração de paz entre as nações Europeias no tratado de Viena em 1815. Este é o local ideal para um final de tarde, uma vez que ali à volta podemos encontrar diversos bares e esplanadas com Happy Hour, inclusive o bar da marca Italiana ‘Martini‘.

Lago Maggiore
(atenção, as fotografias que se seguem foram tiradas com telemóvel e podem apresentar qualidade inferior à habitual deste blog).

Verão de 2017, entrei num comboio em direção a Stresa: um vilarejo turístico à beira do Lago Maggiore, região Alpina de Itália. Com um ambiente muito semelhante à Riviera Francesa ali, podemos encontrar hotéis de luxo como o Regina Palace, entre outros.
O destino: as ilhas Borromeu, um pequeno arquipélago a meio do lago, composto por 3 pequenas ilhas (Isola Madre, Isola dei Pescatori e Isola Bella). O bilhete de barco custa cerca de 15€, e faz shuttle entre as 3 ilhas e de volta ao Porto a cada 30min.
Isola Madre:
A maior das ilhas, onde a principal atração é um palácio fortificado e a sua igreja. Uma vez que a entrada aos monumentos é paga, decidi apenas passear pelas imediações e deixar o melhor para o final.
Isola dei Pescatori:
Ilha onde habitam os pescadores locais. Repleta de restaurante tradicionais com peixe fresco e pequenos mercados de artesanato e souvenirs. Ideal para a pausa do almoço, finalizado com um gelato fresquíssimo!


Isola Bella:
E por último, o destaque deste arquipélago, composta maioritariamente pelo palácio, vale a pena abrir a carteira e fazer uma visita. Este palácio levou mais de 20 anos a ser construído, no seu jardim existe um verdadeiro oásis. É de cortar a respiração!


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